Domingo, 31 de Julho de 2005

Grissom vs. Caine



Quando alguém dedica algumas horas por semana a assistir a duas séries de televisão como o CSI (Las Vegas) e o CSI: Miami, a comparação entre as duas séries torna-se algo de inevitável, a qual leva à conclusão de que qualquer semelhança entre ambas, para além do nome, é pura coincidência. É o mesmo que comparar a noite com o dia, literalmente neste caso. Como uma comparação entre as séries seria algo de extremamente enfastiante, decidi focalizar-me no seu aspecto mais interessante e evidente, os protagonistas, Gil Grissom e Horatio Caine.

Quando pensamos em CSI (Las Vegas), o nome de Gil Grissom surge de imediato. Investigador sénior da unidade forense de Las Vegas, Grissom é um indivíduo sombrio, que não gosta de dar muito nas vistas, que não está ali para a fotografia, mas sim para bem da ciência forense, o que não o impede de mostrar o seu charme natural de uma forma espontânea. Cientista especializado no estudo de insectos, Gil "The Bug Guy" Grissom não deixa que a tarefa de desvendar cada caso gire em torno da sua pessoa, pois além de ser um líder respeitado, não se limita a distribuir tarefas pelos seus colegas de equipa, gosta de tomar a iniciativa e participar activamente na análise de provas e cenas de crime. A sua introversão reflecte-se na dificuldade em manter relações pessoais, não sendo capaz de assumir os sentimentos que possui por Teri Miller, Catherine Willows ou Sara Sidle, quer pelo seu feitio, quer pelo facto de as condições ambientais não propiciarem qualquer acontecimento dessa natureza.

De Las Vegas, Califórnia, vamos para Miami, Flórida, onde o chefe de operações, no que diz respeito à unidade de investigação criminal, é Horatio Caine. Antigo membro da "brigada de minas e armadilhas" da cidade, Caine é um homem amargurado pelo sentimento de culpa da morte do irmão numa operação de desarmamento de uma bomba. Tal sentimento é talvez a razão pela qual Caine insiste em levar as suas investigações até às últimas consequências, mesmo que tal implique algumas ameaças feitas aos suspeitos quando as coisas estão a "dar para o torto". Figura central da série, Horatio Caine faz questão de se mostrar como tal, limitando-se, muitas das vezes, a dar ordens aos seus colegas de equipa e a tomar, mesmo assim, uma posição de destaque a nível de aparência. Este aspecto culmina em cenas fulcrais como o colocar dos óculos escuros na cara enquanto mantém uma posição firme e olhar fixo no vazio, numa tentativa de alcance de algum estilo, como se estivesse sempre à espera de um flash a ele apontado. Embora seja de carácter mais "explosivo", Horatio também não assume com facilidade os seus sentimentos por quem a ele se encontra mais chegado, a sua cunhada, viúva do seu irmão, pois a memória daquele, bem como as condições trágicas da sua morte, impedem-no de a ver a partir de outro ponto de vista.

Em conclusão, posso dizer que considero o protagonista de CSI (Las Vegas) aquele que melhor se encaixa na natureza original da série. Talvez em grande parte devido ao facto de Caine pertencer ao turno do dia e Grissom ao turno da noite, o que contribui para o ambiente geral da série, é o último quem sai beneficiado, contrastando com uma abordagem algo banal do mesmo tema feita em CSI: Miami, onde figura o tradicional e já visto polícia justiceiro.
Sexta-feira, 29 de Julho de 2005

Gabriel Alves, The Man




Num jogo do Sporting: "Juskowiak, a vantagem de ter duas pernas!"
"A selecção nacional não jogou bem nem mal, antes pelo contrário..."
Num Porto-Sporting: "Vejam como Paulinho Santos não deixa Sá Pinto penetrar!"
Na abertura do Mundial de 1982, em Espanha: "E agora entram as danças sevilhanas da Catalunha..."
Gritavam: "Pinto da Costa, vai pró caralho!" e ele comentou: "O público, entusiasmado... a apoiar as duas equipas."
"O árbitro foi atingido por um objecto, provavelmente atirado por um telespectador."

Estas são algumas das frases do grande Gabriel Alves (cortesia da Maxmen de Agosto). Depois da morte de Jorge Perestrelo, Gabriel Alves é um dos últimos comentadores que ainda dão vida a este espectáculo que é o futebol.

Já agora fica aqui um site (embora desactualizado) com mais algumas frases, entre outras coisas, de Gabriel Alves: http://galves.no.sapo.pt/
Quinta-feira, 28 de Julho de 2005

Toma Lá Morangos (que título original)

Após uns dias sem ideias sobre o que escrever e à falta de melhor de melhor decidi escolher como tema os “Morangos Com Açúcar” e as suas personagens.

Desde já deixo o apelo aos responsáveis pela novela que, na próxima época (caso se realize), exista alguém com o abdómen ou diafragma desenvolvido, ou seja, alguém gordo. Qual é a turma que se preze que não tem alguém com excesso de peso? É uma das muitas falhas da novela. Depois o conceito “dreads VS betos” é no mínimo estúpido e em grande parte devido aos “pseudo-dreads” (“betos” que têm a mania que são maus). Os dois grupos parecem o PS e o PSD. Basicamente são a mesma coisa, mas com nomes diferentes. Outra das “irrealidades” é a música. Todos gostam das mesmas músicas que, de uma forma geral, são uma bela porcaria.
A minha parte favorita da novela é quando as personagens desaparecem. Normalmente basta uma viagem e nunca mais voltamos a vê-las, desaparecimentos dignos de um qualquer filme de ETs de série Z. Durante aquele cruzeiro, realizado há poucos episódios, estava com esperanças de um desfecho ao estilo do Titanic, mas adaptado aos tempos modernos (um atentado terrorista calhava sempre bem).
Agora o momento pelo qual todos esperavam, o perfil de algumas personagens:

Simão - é o sonho de qualquer homem ser como ele e do Benfica ter um ponta-de-lança como ele. Já marcou vários golos em quatro campos diferentes (Carlota, Ana Luísa, Soraia e Maria). Se ele não sai rapidamente da novela calculo que ainda a lésbica e a mulher macaense do pai não lhe escapam. Já no filme “Sorte Nula” tinha-se safado com a Carla Matadinho e a Adelaide de Sousa.
Zulu – é o maior cool dali, está sempre “em paz”. Falta-lhe apenas o charro para ficar perfeito.
Tó Jó – só o nome diz tudo, mais palavras para descrever é perda de tempo.
Henrique – queria ser o Simão. Como não o é deu numa de “mauzão”.
João – também conhecido por “snowman” (pronto, não é conhecido por isso, fui eu que inventei agora, mas se o virem percebem o porquê), é o “geek” do sítio.
D’ZRT – eu tenho a teoria de que são gays, excepto o “rapper” que é bissexual ou enganou-se no grupo. Isto porque, se repararem, eles não têm namoradas, andam sempre juntos e gostam de contacto físico entre eles e com outros rapazes. Podem agora vir dizer-me que eles andaram atrás da freira e que o Zé Milho anda agora atrás da lésbica. Não notam nada de estranho na frase anterior? Freira e lésbica? Não? Ok. Então continuemos com a análise. Se repararem existe uma relação inversa entre o cantar e o falar. O elemento que melhor canta é o que fala menos, agora apliquem esta relação aos restantes elementos e vejam o que dá. Já agora, que raio de nomes são Zé Milho e Topê? \m/
Crómio – o único com piada ali. Deve ser o que ganha menos.
Ana Luísa – 8/10
Soraia – 9/10
Maria – 8/10
Carlota – 8/10
Xana – 6/10
Inês Castel-Branco – 3/10
A Polícia – 8/10
Lésbica – 7/10

Um apontamento especial para o professor Sapinho e para o Sr. Aníbal, apesar do segundo ter falhado na “hora h” ao não matar 1 ou 2 alunos e o professor Druval, para não caírem no esquecimento morangal.


p.s.: Qualquer semelhança entre o que foi escrito aqui e a realidade é pura coincidência e da exclusiva responsabilidade dos actores da novela.

Sábado, 23 de Julho de 2005

Treino Perfeito

Se Koeman tivesse pedido um treino melhor não o tinha conseguido. O jogo de ontem culminou com a vitória encarnada por 5 bolas a 0 frente à frágil equipa inglesa do West Bromwich Albion. Gostaria de fazer referência ao péssimo estado do relvado que dificultou algumas jogadas, não ajudando em algumas ocasiões ao espectáculo.

Moreira – sempre seguro e atento, demonstrando a Koeman que este vai ter dificuldades em escolher o guarda-redes titular. (8)
Alex – nota positiva. Fez o que lhe competia a defender e, sempre que existiu oportunidade, subiu a apoiar o ataque. (7)
Léo – apesar de ser notório que ainda lhe falta entrosamento com a equipa teve bons pormenores. (7)
Anderson – limpou o que tinha a limpar, mas creio que com o Luisão de volta irá perder a titularidade. Seguramente uma boa contratação para esta longa época que se avizinha. (7)
Ricardo Rocha – mais rápido e menos faltoso que o seu “companheiro do lado”. (8)
Petit - falta-lhe ainda uma melhor condição física. Rematador e fazendo uma boa dupla com Beto no que diz ao controlo do meio campo, bem como na pressão alta. Foi dele o passe para o segundo golo. (7)
Beto – mais um para dar dores de cabeça a Koeman. Com o regresso de Manuel Fernandes a luta por um lugar no onze vai ser “terrível”. Bem a atacar, bem a defender, passes longos de difícil execução (devido ao vento forte), Beto vai ser um elemento importante neste Benfica 2005/2006. (8)
Simão – muito apagado durante o tempo que esteve em campo, embora tenha marcado um excelente golo. (6)
Hélio Roque – finalmente alguém o deixa ficar na primeira equipa. Bom tecnicamente, tem de “ganhar corpo” para suportar melhor o contacto físico. Foi premiada a sua estreia a titular pela equipa principal com um golo e com uma bela exibição. (8)
Geovanni – o chamado “man of the match”, com 3 golos marcados seria impossível escolher outro jogador. Esteve sempre no lugar certo para marcar através das suas rápidas desmarcações e teve frieza na hora de por a bola “toda lá dentro”. (9)
Nuno Gomes – afinal ainda faz alguma coisa. Para os adeptos benfiquistas que, como eu, diziam mal dele, aí está a resposta. Ele tem é o magnífico problema de não marcar golos. Ontem foi o Nuno Gomes de sempre, ao abrir espaços e jogando perfeitamente de costas para a baliza. Faltou-lhe apenas um golo para ganhar confiança e libertar alguns fantasmas. (9)
Dos Santos – substituiu Léo ao intervalo não acrescentando nada de especial, mas também não comprometendo. (6)
Alcides – nada de relevante a assinalar. (5)
Tiago Gomes – mais alguns minutos para se ambientar à primeira equipa. (5)
Carlitos – trapalhão em algumas ocasiões, tem este ano a oportunidade de se afirmar como um jogador útil ao plantel, mesmo que não seja titular. (6)
Mantorras – eu acho-o um jogador “burro” e passo a explicar o porquê. É apanhado variadíssimas vezes em fora-de-jogo e faz sempre a mesma finta, só que tem a estrelinha da sorte. Ontem nada de relevante a assinalar excepto os foras-de-jogo. (5)


p.s.: Estas minhas notas são ao estilo do CM, só por entrarem têm 5 (desde que não façam merda).
Sexta-feira, 22 de Julho de 2005

Um Caso Cabeludo

Hoje cortei o cabelo.
Após um ano sem ver uma tesoura, hoje foi o dia D para o meu couro cabeludo. Quais tropas aliadas a invadir as praias da Normandia sob fogo cerrado das metralhadoras nazis, o meu cabelo foi abatido por uma máquina de cortar cabelo deixando várias vítimas no solo da barbearia (ou cabeleireiro).
Com este peso que me saiu de cima, literalmente, espero que novas ideias se desenvolvam e materializem em prol deste magnífico blog (modéstia à parte :P).
Porém, hoje é dia de luto em honra das milhares de vítimas capilares e do SLB dar na televisão (21h15m, na RTP1).
Assim sendo não me alongo mais neste texto e uma boa tarde/noite/manhã (dependendo da hora a que estão a ler isto) para todos.
Quinta-feira, 21 de Julho de 2005

GTA & Café Escaldado

Antes de mais, quero dizer que aceitei o convite que o Tanbark me fez para ser membro do blog Dentro de Casa, pois, para além de sermos amigos de longa data, senti que o blog necessitava de alguém capaz de lhe atribuir um carácter de seriedade e imparcialidade. Ora bem, como esse alguém não sou eu, vou passar para o assunto do dia.

Como muitos deverão saber, estalou há pouco, e por mais uma vez, a polémica em torno do último capítulo da série videojogável mais mediática da actualidade. Estou pois, a falar do GTA San Andreas, cujo centro da controvérsia é o mini-jogo denominado Hot Coffee, o qual, embora seja um conteúdo oculto para os que jogarem a versão original, é desbloqueável através da aplicação de um programa criado por um fã do jogo. Após aplicado, o "patch" permite aos jogadores disfrutar das maravilhas do sexo virtual com bonecas poligonais, com as quais poderão "manter o ritmo".
Não fosse a anedótica qualidade visual apresentada por tal acto, o escândalo gerado à volta deste jogo de sucesso teria algum sentido, pois o desvio dos mais novos, diga-se, de 17 ou mais anos de idade, pelo caminho dos prazeres da carne, seria uma hipótese, sendo capaz de levar ao desespero qualquer progenitor preocupado. Isto é algo simplesmente intolerável, num jogo onde o acto mais nobre e heróico passa pelo roubo de uma ambulância e transporte à bruta de pacientes a esvairem-se em sangue para o hospital mais próximo.
Este episódio alcançou ontem o seu auge quando, após as críticas impiedosas contra a Rockstar Games, levadas a cabo pela senadora Hillary Clinton e pelo activista anti-videojogos Jack Thompson, a Take-Two, editora do jogo, anunciou que o GTA San Andreas passaria a exibir o selo "AO" (Adults Only), o que se repercutiu imediatamente na retirada do circuito de distribuição de inúmeras cópias, pelas cadeias de grandes superfícies comerciais americanas.
Resta saber se, com o novo selo AO, para adquirir a sua cópia do GTASA num futuro próximo, os jogadores terão de se deslocar à sex shop mais próxima e beneficiar de um desconto à maneira na compra com um outro artigo à escolha. Enfim... muito gostam os americanos destas "cowboyadas" em defesa dos valores morais.
Quarta-feira, 20 de Julho de 2005

Porrada & Música

Há uns dias atrás dei comigo a pensar no que seria se a nossa vida real fosse como nos filmes, ou seja, com música. Isto aconteceu enquanto ouvia "You're The Best" de Joe Esposito (a música do filme "Karaté Kid", para quem não sabe).
Agora imaginem que nesses momentos começavam a soar os primeiros acordes da "vossa música da porrada". Músicas como "You're The Best", "Eye Of The Tiger", entre outras, que aparecem quando os "heróis" dão um enxerto nos "mauzões".
Já estou a imaginar uma luta entre dois pretendentes a uma donzela (também conhecida por miúda boazona da turma).
O combate está iminente. A tensão sente-se no ar. Começa a música (de preferência nenhuma do Matrix para eles não se moverem de uma forma estranha). O final deste momento deixo à vossa consideração.
É certo que isto poderia resultar numa humilhação pública irreversível, pela música escolhida como "a vossa música da porrada", mas sem dúvida daria mais carga dramática ao confronto.


Tenho de começar a escrever coisas com sentido que isto não está a começar nada bem.
Terça-feira, 19 de Julho de 2005

O inicio

Ora bem... por onde começar? Talvez pela escolha do nome e o objectivo do blog.
Começando pelo mais fácil de explicar: o objectivo. Basicamente não tem objectivo nenhum, excepto escrever para aqui o que bem me apetecer.
Agora o nome do blog. Por incrível que pareça (ou talvez não) olhei à minha volta procurando inspiração divina para um nome marcante e essa inspiração não veio. Assim, só me restou o sitio onde estava (Dentro de Casa, para os mais distraídos que ainda não repararam no nome do blog).
Vou tentar exercer a minha influência de forma a ter uns colaboradores especiais nesta minha demanda espiritual.

I hope you enjoy it.

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